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13 de agosto de 2015

Cidade Escola Aprendiz sedia primeiro encontro do GT regional do MEC

No último dia 12, o Aprendiz recebeu o primeiro encontro da regional paulista do Grupo de Trabalho do Ministério da Educação, responsável pela orientação e monitoramento da Iniciativa pela Inovação e Criatividade na Educação Básica. O coletivo foi criado pelo ministro Renato Janine Ribeiro e é coordenado por Helena Singer,  antiga diretora da OSCIP.

O GT busca mobilizar professores, estudantes, pais, comunidade e governos locais do estado de São Paulo ?em torno de experiências e práticas de educação já? existentes que sejam inovadoras e criativas, para que possam inspirar o surgimento e o aperfeiçoamento de novas iniciativas semelhantes no país.

“Acredito que estamos dando início a um movimento da maior importância para a educação e a democracia no Brasil que passa fundamentalmente pelo reconhecimento de educadores e o fortalecimento de iniciativas que tem feito a diferença na vida de crianças, adolescentes, jovens e comunidades em todo o país. Esse é o compromisso de cada um de nós”, destaca Natacha Costa, diretora da Cidade Escola Aprendiz, responsável pela representação paulista do coletivo, ao lado José Pacheco, do Projeto Âncora. Além desta reunião regional, outros sete grupos desenvolvem a mesma função voltados a outras regiões do Brasil.

A coordenação regional recebeu o reforço de grandes referências da educação nacional. Estiveram presentes Ladislau Dowbor (PUC-SP), Braz Nogueira (DRE Ipiranga),  Beatriz Goulart (Centro de Referências de Educação Integral), Cleuza Repulho (Ex-Presidente da Undime), André Gravatá (Movimento Entusiasmo), Rachel Trajber (Cemaden), Sonia Kruppa (FEUSP), Vera Masagão (Ação Educativa), Pilar Lacerda (Fundação SM), Rodrigo Mendes (Institiuto Rodrigo Mendes), Lia Roitburd (Catraca Livre), Marcia Padilha (Consultora), Andrea Morais (Instituto Alana), Flavio Bassi (Ashoka), Maria Teresa Mantoan (Unicamp) e Elie Ghanem (FEUSP). “A discussão foi riquíssima, o que não surpreende considerando-se a qualidade técnica e política do grupo”, avalia Natacha.